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Fim do primeiro turno, hora de virar a página no Voltaço Vôlei

- Muito trabalho é a receita de Fadul por um segundo turno diferente (foto: Felipe Vieira) -
A hora de virar a página no Voltaço Vôlei é a hora de buscar algo diferente. O primeiro turno da Superliga acabou e o aproveitamento foi bem abaixo do esperado. Somente duas vitórias, somente seis pontos e oito pontos de distância para o São Bernardo, último clube entre os que hoje estariam classificados para a segunda fase. No segundo turno, tirar essa vantagem, que é maior do que os pontos que o clube conquistou até aqui, só vai acontecer se o time alcançar um algo a mais que é pedido pelo treinador Alessandro Fadul. "Tem de ter consciência dos erros que estamos cometendo e, ao mesmo tempo, ter coragem de assumir o jogo, assumir a hora de decidir. Tem de ter um pouquinho mais de coragem na hora de definir os pontos, coisa que está faltando", acredita.

A opinião do treinador pode ser muito bem embasada pelo segundo set do último jogo, contra Moda Maringá. Na ocasião, o Voltaço conseguiu dez contra ataques, mas converteu apenas um deles. "Isso é muito ruim porque você cria as oportunidades, mas não mata o jogo", afirma Fadul. Com o baixo aproveitamento, o time adversário acabou vencendo o set por 21 a 17 e o jogo por 3 a 1.

Foi a décima derrota nesta Superliga. Na última edição, em que a equipe alcançou a vaga para os playoffs, foram 13 derrotas na primeira fase. Naquele torneio, o Voltaço terminou o primeiro turno com 12 pontos. A diferença de seis pontos para este ano é justamente o que a comissão técnica havia planejado para esta temporada. "Sem dúvida foi abaixo do esperado (o aproveitamento até aqui). A gente esperava, no mínimo, mais umas duas vitórias, coisa que não aconteceu e até mesmo por falha nossa. Nós criamos oportunidades para conseguir resultados diferentes e não o fizemos. Mas não dá tempo de se lamentar, nesta semana temos outra partida, a gente tem que seguir trabalhando para conseguir reverter os resultados", reconhece o treinador.

O jogo a que Fadul se refere é contra o Kappesberg Canoas, na Ilha São João, às 19h, na sexta (20). No primeiro encontro, 3 a 1 para o time de Gustavo Endres, pivô do imbróglio que chegou a ameaçar a participação do Voltaço Vôlei nesta Superliga por atraso nos pagamentos dos atletas que participaram da edição 2012/2013. Ao término do 1° turno, a equipe de Canoas ficou na sexta colocação e conquistou seis vitórias. Para evitar a sétima, confiança no próprio taco é a receita de Fadul para o time: "Precisamos de vitórias para reverter o quadro e não depende de ninguém mais, só depende da gente."

Números do Voltaço Vôlei no 1° turno da Superliga 2013/2014 (estatísticas da CBV):

- Oitava melhor equipe em ataques.

- Quarta melhor equipe em bloqueios.

- Sexto melhor aproveitamento em saques.

- Nona melhor equipe em aproveitamento da defesa.

- 12ª colocada nas estatísticas de levantamento e de recepção.

Voltaço fecha o turno com derrota

- O Moda Maringá de Lorena sai de Volta Redonda com a vitória (foto: Felipe Vieira) -
O turno não acabou bem. O baixo aproveitamento do Voltaço Vôlei na primeira fase da Superliga foi ratificado na noite deste sábado. No ginásio da Ilha São João, o Moda Maringá, de Ricardinho e de Lorena, não foi brilhante, mas fez o suficiente para derrubar o Volta Redonda, 3 sets a 0 (24 x 22 / 21 x 17 / 21 x 17).

“Não dá tempo para chorar“, afirmou o treinador Alessandro Fadul. E é verdade, na sexta (20), o Voltaço abre o segundo turno contra o Kappesberg Canoas, novamente na Ilha São João.

Dava para ser diferente

O dominicano Cueva tem sido uma espécie de termômetro do time. Com ele bem, a vitória fica mais próxima. No primeiro set, ele e Léozão viravam as bolas com eficiência. Ao todo a dupla marcou dez pontos e em determinado momento o placar chegou a apontar 15 a 12 para o Voltaço. A boa vantagem perto do fim do set não foi sustentada. Mesmo com chance para fechar o set, quem se deu melhor foi o time visitante, com 24 a 22.

Sem o bom início que poderia ter mudado a sorte da partida, os sets seguintes tiveram início equilibrado. Enquanto o Moda Maringá errava muitos saques, o Voltaço não aproveitava os contra ataques. De dez jogadas do tipo que o time teve, só conseguiu concluir um. Após erro de Renato, quando o placar apontava dois pontos de diferença para o time visitante, Fadul decidiu colocar Bruno Canuto no jogo. Ovacionado pela torcida, ele chegou pontuando e logo em seguida foi importante em um bonito ponto de Léozão, mas a reação não foi suficiente. Logo após esses dois lances tudo passou a dar errado para o time da casa e o set terminou em 21 a 17.

No terceiro, a primeira alteração de Fadul foi a entrada de Maurício no lugar de Fidele. Todas as vezes em que Lorena se aprontava para sacar, a torcida se manifestava bastante, pegando no pé do jogador - que acabou premiado como o melhor da partida. O quarto ponto do Voltaço foi marcado em erro de Lorena e o ginásio viveu o ápice da noite. Em seguida, Brunão fez bonito ponto em bloqueio. Mas o time de Maringá tirou a vantagem e Fadul mexeu mais na equipe. Primeiro entrou Mudo, depois Ricardo e João Ricardo. O time ainda conseguiu bons momentos até estar vencendo por 14 a 13 com um belo bloqueio de uma só mão de Mudo, mas daí em diante, só deu o time visitante. Novo 21 a 17 e a décima derrota em 12 jogos do Voltaço, que agora espera um returno bem diferente pela frente.

Para bloquear uma nova má fase

- O dominicano Cueva marcou 11 pontos de bloqueio nas últimas duas vitórias (foto: Felipe Vieira) -
Seis jogos e seis derrotas. A corda começava a apertar o pescoço, mas ainda havia uma explicação de sobrevida: não eram adversários diretos. Na Superliga, existe um abismo orçamentário entre dois grupos de times. Isso faz com que cinco ou seis deles já entrem na primeira fase extremamente creditados aos playoffs (8 vagas). Os restantes têm que se virar para conquistar as últimas vagas por um pouco mais de competição e o status de estar entre os melhores do vôlei nacional.

A tabela do primeiro turno da Superliga colocou os jogos teoricamente mais complicados do Voltaço Vôlei para o início. Não foi só teoria. Sem conseguir arrancar sequer um pontinho (o que acontece quando a equipe derrotada vence dois sets na partida), a pressão chegou grande para os confrontos com os chamados adversários diretos. E o primeiro foi o Montes Claros.

A tão esperada hora da virada não chegou naquele dia *. O passo seguinte, ida a Taubaté para enfrentar o time da casa. Antes disso, reuniões. A diretoria cobrou. Um elenco que ora parece rachado, ora parece unido, decidiu se fechar de maneira tão acertada, que em uma análise fria, a derrota para Montes Claros chega a ter um lado bom.

"A pressão é grande para a gente. Sete derrotas consecutivas, e depois do jogo que perdemos para o Montes Claros a gente se reuniu e fechou entre o grupo. Foi ótimo, era o ponto final que estava precisando para a equipe", afirmou o levantador Fidele logo após a partida contra o UFJF. Era a segunda vitória consecutiva da equipe que antes bateu o Taubaté fora de casa.

Mas a sequência de vitórias foi interrompida dias depois. Em São Bernardo, contra o time da casa, o Voltaço voltou a ter atuações como as do início da Superliga, em que tinha grandes momentos no jogo, mas saía de quadra com a derrota.

Uma das grandes diferenças dos dois momentos - de derrota e de vitória - é notada nos números de um novato. Cueva, último reforço do clube para a Superliga, chegou da República Dominicana e aos poucos conquistou espaço. Estreou na emblemática derrota para Montes Claros. Naquele jogo, marcou três pontos. Deslanchou nas vitórias. Contra Taubaté, ao lado do líbero Daniel, tomou conta do jogo com 16 pontos marcados, quatro de bloqueio. Na partida seguinte, manteve o bom aproveitamento com 12 pontos, sete de bloqueio e o troféu de melhor em quadra. Mas, contra São Bernardo, voltou a oscilar, marcou três vezes, nenhuma delas de bloqueio.

A melhora de Cueva e do bloqueio do time parece ser um caminho interessante para o Voltaço vencer. Em toda a Superliga, somente Vivo Minas e RJ Vôlei (o antigo RJX) têm melhores números no fundamento. Um dos principais responsáveis pelo bom número é Fidele, o levantador mais alto da Superliga é garantia de rede alta para os adversários.

"O bloqueio acaba sendo um ponto chave para a gente. Tem o Léo(zão), com 2,10 (metros) na outra rede, depois eu entro não dando sossego para os ponteiros, ou seja, fica rede alta o tempo todo e pressionando a equipe para rodar. É complicado jogar contra. Eu que sou levantador sei o quanto é difícil jogar com jogadores altos, já joguei contra a Rússia, e é muito complicado. Graças à Deus nosso bloqueio tem sido efetivo e está fazendo diferença. Quando o nosso sistema defensivo funciona, nosso jogo funciona que é uma beleza, vai embora", acredita o levantador.

A menção de Fidele ao sistema defensivo também encontra explicações nas estatísticas do torneio. Enquanto a defesa é a nona colocada entre 12 equipes, em recepção é a última colocada. Contra os números, além de treinamento, muita vibração para motivar a superação da equipe. Com o expressivo Fidele, isso não falta. Junto com Daniel, são os que mais vibram no time, em um comportamento e uma parceria que vem de outros tempos.

Nos momentos bons e ruins, o rosto de Fidele nos jogos não mente
"Com a vibração você acaba contagiando quem está ao seu lado, e é meu perfil, como o do Daniel. Eu já joguei com ele no Vôlei Futuro e sempre foi assim. É outro ponto chave para nós, a vibração", acredita Fidele, que já tem data marcada para vibrar novamente. No sábado, às 20h, com o apoio da torcida, o Voltaço recebe o Moda Maringá no Ginásio da Ilha São João para colocar na balança os bons e maus números e buscar sair por cima nessa disputa interna e externa. Na disputa dentro do grupo, Brunão levou a melhor. Agora dono de uma das vagas no time titular, o central alerta para as dificuldades que o time terá em quadra, mas lembra que a torcida pode fazer a diferença.

"O Maringá tem estrelas como Lorena e Ricardinho, mas vem de uma sequência de quatro derrotas. Vamos ter que aproveitar essa má fase para ir pra cima. Contamos com nossa torcida para nos apoiar".

Voltaço luta, mas é derrotado pelo São Bernardo pela Superliga

- Renato marcou nove pontos contra o São Bernardo -
Não deu para o Voltaço Vôlei. Depois de duas vitórias consecutivas na Superliga, a derrota veio contra o São Bernardo, na casa do adversário. O jogo marcado pelo equilíbrio teve o ápice no quarto e último set, vencido pelo time da casa por 24 a 22 após impressionante reação do time de Volta Redonda. No fim, 3 sets a 1 (21 a 16 / 17 a 21 / 21 a 18 / 24 a 22).

Fidele e Cueva, nomes que foram tão bem nas últimas partidas, não tiveram o mesmo desempenho. O levantador até buscou se recuperar com um belo quarto set, mas um elenco mais eficiente do São Bernardo fez a diferença na partida.

A tentativa de recuperar o caminho das vitórias será no Ginásio da Ilha São João, contra o Moda Maringá, no dia 14.

Equilíbrio do início ao fim

A partida começou equilibrada, mas Léozão estava inspirado. O problema para o Voltaço Vôlei foi que o Léozão inspirado estava do outro lado. O oposto do São Bernardo forçou a bola no bloqueio e marcou quatro pontos. A força do time de Volta Redonda, empolgada no início pelas duas vitórias nos dois últimos jogos, foi minguando com o passar dos pontos. No fim, erros bobos e derrota por 21 a 16.

O início do segundo set foi bom para o Voltaço. Depois de ir mal no primeiro, a recuperação no set seguinte foi providencial. Nos últimos jogos do Volta Redonda, quem abre três pontos tem vencido o set. Logo em 7 a 4 a vantagem aconteceu, mas não durou. O São Bernardo equilibrou o jogo, porém, sempre com uma leve superioridade do time visitante. Poderia não ter sido leve quando o placar apontava 9 a 6. Cueva desperdiçou um ataque, Léozão não conseguiu pontuar no seguinte e o São Bernardo encostou novamente, 9 a 8. A boa vantagem voltou a aparecer após ace de Renato e ponto de Brunão explorando o bloqueio: 14 a 12. Pouco depois, Ricardo, que entrou no lugar do irmão Fidele, foi importante. Ele conseguiu um bloqueio em momento chave e logo depois pontou em saque. Cueva, que não esteve em seu melhor dia, conseguiu marcar mais um e o Voltaço manteve o ritmo até fechar em 21 a 17.

Os tais três pontos de vantagem apareceram logo no início para o Voltaço, mas o terceiro set foi bem equilibrado. Com 11 a 10, o São Bernardo pulou à frente pela primeira vez no set. Não demorou e o time da casa conseguiu abrir três pontos. Set decidido? Com Brunão e Jônatas bem, o placar chegou a apontar 19 a 18 para o São Bernardo. Mesmo assim, o time da casa, com destaque para o levantador reserva Canhoto, que entrou fazendo diferença e para Ceará que pontuou seis vezes, acabou levando. 21 a 18.

Sentindo o momento dos jogadores, Fadul preferiu sacar Fidele e Léozão para as entradas de Maurício e Ricardo. Cueva, que também não estava bem, ficou e entrou no jogo. Começou bem e o Voltaço começou melhor no quarto set. De qualquer forma, o equilíbrio deu o tom da partida. 6 a 6, 7 a 7, 8 a 8... Foi assim até 12 a 10 para o São Bernardo. Nesse meio tempo, Cueva saiu para a entrada de João Ricardo. As mudanças no Voltaço não eram tão eficientes quanto as do São Bernardo. Michael, Pedrinho e outros jogadores que entraram no decorrer do jogo chamaram a responsabilidade e foram muito bem. O time da casa abriu larga vantagem, mas o Voltaço se superou. Fidele voltou para a quadra e muito bem. Ricardo e João Ricardo foram somando pontos e o time salvou quatro match points. Melhor ainda: chegou a virar em 22 a 21. Mas o equilíbrio não quis deixar o set terminar. O São Bernardo voltou à frente e fechou o set em 24 a 22, no set mais equilibrado do jogo que talvez tenha sido um dos mais parelhos da Superliga.

Feliz com mais uma vitória, Fadul exalta o grupo

- Brunão entrou muito bem no time (foto: Felipe Vieira) -
A primeira vitória em casa demorou, mas chegou. 3 a 0 contra o UFJF, poucos dias após um outro 3 a 0, contra o Taubaté, fora de casa. Duas vitórias depois de sete derrotas alivia qualquer ambiente. No Voltaço Vôlei é hora de exaltar o grupo. Alguns jogares que passaram um bom tempo no banco entraram no time têm feito a diferença. Exaltado pelos companheiros e principalmente pela torcida, Brunão foi um dos nomes da vitória de quarta. Para o treinador do time, Alessandro Fadul, a evolução é a prova da qualidade do grupo que tem em mãos.

- Sem dúvida, a gente tem um grupo muito equilibrado em todas as posições então é inevitável que em algum momento alguém vá mal e quem entra se supera. No dia a dia você consegue observar o momento de tirar um, de tirar outro, mas o fundamental é ter um grupo trabalhando sempre forte, com todos buscando o mesmo espaço, buscando contribuir, porque aí você sabe que pode contar com todos os jogadores, independentemente de estarem ou não no banco - afirmou.

Outro que entrou após esperar por uma chance foi Cueva. O reforço chegou quase despretensioso. Contra Montes Claros estreou, teve bons momentos, mas nem tantos como os que conseguiu nos dois jogos seguintes. O dominicano foi o maior pontuador nas duas partidas e na última ainda recebeu o troféu de melhor jogador em quadra.

O entra e sai na equipe tem feito outros benefícios. Renato, um dos jogadores mais identificados com o clube, não vivia a melhor fase quando foi sacado. De volta aos titulares, o ponteiro também foi um dos destaques de um time que parece novo. Exemplo que serve de motivação para os antigos que titulares que não tem jogado com tanta frequência, como Bruno Canuto e Mudo.

- Assim como os que voltaram para a formação titular ficaram um tempo fora, quem saiu pode ter a mesma oportunidade. Depende muito do trabalho, do dia a dia. O grupo é muito equilibrado, confio em todos os jogadores que eu tenho, todos eles. E vou utilizar, sempre que for preciso - garante Fadul.

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O ginásio não estava lotado, mas a torcida fez barulho. Brunão e Renato foram os nomes mais cantados, mas no Voltaço ninguém fez feio, muito pelo contrário. Nas últimas três vezes que os mineiros do UFJF estiveram na quadra da Ilha São João saíram com a vitória, isso pouco antes do início da Superliga. Desta vez, um inapelável 3 a 0 para os donos da casa que alcançaram a segunda vitória consecutiva no torneio.

A vitória assegura um momento bem diferente do que a equipe vivia há uma semana, após a derrota para o Montes Claros em casa. Além da latente crise, um outro fator, esse de fora do país, vem contribuindo bastante. Cueva, o último a chegar no grupo do Voltaço, diretamente da República Dominicana, recebeu o troféu de destaque da partida. O jogador mais uma vez foi muito bem no ataque e no bloqueio, fundamento em que o aproveitamento da equipe foi muito bem.

Superioridade, igualdade, superioridade

O técnico Alessandro Fadul escalou o mesmo time que venceu Taubaté no último sábado: Fidele, Cueva, Renato, Brunão, Jônatas, Léozão e o líbero Daniel. Com eles, o Voltaço logo abriu três pontos de vantagem em 6 a 3, mas em um rápido apagão o UFJF empatou o jogo. Sorte do time da casa é que foi rápido. Em pouco tempo, após bloqueio da boa surpresa Cueva, o placar passou a apontar 10 a 7. 12 a 8, 12 a 9, 12 a 10, 12 a 11 e coube a Renato não deixar que o empate voltasse a acontecer. Depois foi a vez de Ricardo, que acabara de entrar, pontuar em bloqueio. Ricardo ainda fez mais dois pontos até que Cueva fechasse o set em novo bloqueio. 21 a 16.

No segundo, a vantagem de três pontos veio mais uma vez, mas demorou um pouco mais, somente em 9 a 6. Apresentando um saque poucas vezes visto na equipe e uma boa recepção, a vantagem logo pulou para 12 a 7. Brunão, muito bem, comandou a equipe no restante do set que mais uma vez foi fechado pelo dominicano Cueva, em belo ponto de saque.

O terceiro e último set foi o mais difícil. O UFJF ficou na frente no início. Vantagem de um pontinho, mas que só foi alcançada em 10 a 10. Abriu três pontos em 18 a 15, no que parecia ser o fim do jogo, mas os visitantes reagiram em 18 a 17. No fim, apesar do susto, 21 a 19, mais uma vitória, a primeira diante da torcida e expectativa de uma arrancada em busca da zona de classificação. O próximo desafio é no sábado, diante do São Bernardo, na casa do adversário.

- A gente fica contente não só pela vitória como pelo desempenho que tivemos. Foram muito importante as duas vitórias. Além disso, ainda encostamos na zona de classificação - comemorou Fadul, treinador da equipe.

Aqui não: Voltaço desmente declaração de Leandro Vissotto

Uma das estrelas do RJX e do vôlei nacional está chateado. Com razão. Na manhã desta terça, o globoesporte.com publicou uma matéria (aqui) com uma entrevista com Leandro Vissotto, um dos destaques da equipe que ocupa a segunda colocação na Superliga. Apesar da boa campanha, o tom não foi nem um pouco feliz. O atleta lamentou a situação financeira da equipe que sofre desde a interrupção do investimento da OGX, em meio a crise do grupo de Eike Batista. Entre os muitos lamentos justificáveis, Vissotto citou outros dois clubes que estariam vivendo situação semelhante: o Montes Claros e o Voltaço Vôlei.

Logo após saber sobre a declaração, a diretoria do Volta Redonda se apressou em desmentir a declaração: 

- O clube repudia tal prática e trabalha para dar boas condições para seus jogadores e comissão técnica, a começar pelo pagamento dos salários. Além de desmentir, o Volta Redonda lamenta a atitude do jogador que, desinformado, denegriu gratuitamente a imagem do Voltaço, que tem honrado com todos os seus compromissos financeiros, em um grande veículo de comunicação.

O trecho da entrevista em que Vissotto cita os clubes é o seguinte: "Tem que ser solucionada pelo que o voleibol representa para o esporte olímpico brasileiro. Isso não acontece apenas com a gente. O Volta Redonda e o Montes Claros também estão com salários atrasados. São situações que estão se repetindo. É um absurdo. Quando acontece com clubes menores, ninguém fica sabendo. Fica nosso manifesto e esperamos que isso mude. Minha intenção não é polemizar, nem falar mal de ninguém, apenas mostrar que algo tem que ser feito."



Voltaço sofre virada e perde mais uma na Superliga

- Foto: Felipe Vieira -
Pareceu que seria diferente. O começo deu a boa impressão. Uma impressão com um leve sotaque latino que marcava a estreia do dominicano Cuevas, de cara na equipe titular. Junto com Brunão, os dois foram as novidades do time de Fadul que começou vencendo. Mas os três sets seguintes foram do Montes Claros, o visitante indigesto da noite desta terça. 3 a 1 e o sétimo jogo com sete derrotas do Voltaço na Superliga.

Bom início

O Voltaço começou disposto a minimizar os erros sem esquecer do ataque. Iálisson, machucado, e Renato deram lugar para Brunão e Cuevas. O dominicano estreou partindo pra cima e fez parte do equilibrado ataque do time da casa. Após um início disputado, o Voltaço tomou a frente do placar e abriu três pontos de vantagem. Poderia ter fechado em 21 a 17, mas assustou a torcida perdendo duas oportunidades antes de fechar em 21 a 19. Brunão, Jônatas e Léozão marcaram três pontos cada, Cuevas fez dois, mesma quantidade de Bruno Canuto, que, mais uma vez, fez um de saque.

Ah, os três pontos de vantagem. Quando o Voltaço conseguiu a vantagem no primeiro, só largou no fim, mas ainda conseguiu vencer. Nos três seguintes, viu o Montes Claros conseguir a vantagem que no volei de sets com 21 pontos parece mortal. Dessa vez foi. No segundo set, Wanderson e Petrus, da equipe mineira, passaram a aproveitar os passes de Everaldo, um velho conhecido da torcida do Voltaço. Outro ex-jogador do clube também fez questão de atrapalhar a festa: o central Alberto. Todos eles passaram a tomar conta do jogo no set de maior superioridade. Nem a entrada de Renato no lugar de Cuevas amenizou o doído placar de 21 a 12.

O terceiro começou diferente, mas foi marcado por um apagão duplo, da energia e do time da casa. Quando o placar marcava 13 a 11 para o Montes Claros, a luz da Ilha São João foi embora. Quando voltou, esqueceu de trazer o voleibol do Voltaço. Os mineiros abriram mais quatro pontos em 17 a 11. Chegava o momento decisivo da partida. O time da casa reagiu, o placar ficou em 19 a 18, com vantagem para os visitantes. A melhora acabou sendo brecada. Em decisão da arbitragem, o placar foi alterado para 20 a 17 e fechado em 21 a 18 para o Montes Claros.

Emocionalmente o time deve ter sentido. O que viria a ser o último set da partida também teve três pontos de vantagem no decorrer do período. Mas não só três, sete. 21 a 14 e a arrancada do Voltaço continua sendo um sonho para a rodada seguinte. Nesse caso, no sábado, em Taubaté, contra o Funvic, às 18h, no Ginásio do Abaetê, em Taubaté.

Hora da virada no Voltaço Volei


A tabela da Superliga não foi nem um pouco camarada com o Voltaço Volei. As maiores pedreiras vieram primeiro. Em seis jogos, seis derrotas. Resultados que colocaram a equipe na última colocação do torneio. Agora, começam os chamados "adversários diretos", times de orçamentos mais modestos, comparáveis com o do Volta Redonda. Hoje, logo mais, às 20h, o primeiro teste desta nova fase da competição: Voltaço contra Montes Claros Volei, no Ginásio da Ilha São João.

Para buscar a mudança nos rumos, o nervosismo terá que ser superado. Afinal, com a complicada tabela inicial - em que a equipe não conseguiu surpreender nenhum dos adversários a ponto de vencer -, agora sobra responsabilidade para os comandados de Alessandro Fadul, principalmente por jogarem em casa. Pela frente, velhos conhecidos. Destaque para o levantador Everaldo, que vem tendo grande desempenho no torneio. Pelo ranking da CBV, é o terceiro melhor aproveitamento entre os levantadores, fica atrás somente de William, do Sada Cruzeiro e de Bruninho, do RJX. O líbero Thiago Brende, também do clube mineiro é outro que vem se destacando nos rankings da CBV; só não bate Serginho, do Sesi.

Apesar do bom momento de alguns jogadores do adversário, o clima no Voltaço é de otimismo e a expectativa é contar com o apoio da torcida para buscar a primeira vitória. Mais uma vez não vai contar com o central Iálisson, lesionado, mas o restante dos jogadores está a disposição de Fadul.

7ª Rodada da Superliga

Voltaço Volei X Montes Claros Volei - 20h - Ginásio da Ilha São João, Volta Redonda



3 a 0: RJX não dá chances ao Voltaço na Superliga

- Fidele apareceu bem no bloqueio no primeiro set (foto: Felipe Vieira) -
O Voltaço perdeu nas últimas duas vezes em que enfrentou o RJX recentemente, pelo Campeonato Carioca. Mas, as duas derrotas com momentos de superioridade deram esperanças de que neste sábado a situação fosse diferente no confronto válido pela Superliga. Não foi. 3 a 0 para o RJX no Ginásio do Tijuca Tênis Clube e a sexta derrota em seis jogos na competição nacional.

Para piorar, a equipe ainda perdeu o central Iálisson por um bom tempo. No início do segundo set, o jogador fraturou o pé. Agora o atleta vai precisar passar por cirurgia e não volta a jogar no primeiro turno da Superliga.

É bom lembrar que o RJX é uma seleção. Atual campeão da Superliga, já entra em quadra recheado de estrelas. Estão lá: Bruninho, Vissotto, Maurício, Thiago Sens, Thiago Alves e Ualas, além do líbero Mário Júnior. A comparação é complicada, principalmente quando pelo menos um deles está bem inspirado - Maurício desta vez. Mesmo assim o Volta Redonda ainda brigou; obrigou o RJX a cometer muitos erros durante a partida e tornou o jogo duro, principalmente no primeiro set.

O técnico Alessandro Fadul iniciou o jogo com uma alteração na equipe que foi titular nos primeiros jogos. Renato e Bruno Canuto que chegaram a ser dúvidas para a partida por conta de lesão, estavam em quadra, mas Mudo deu lugar a Iálisson. O time fez um bom primeiro set e errou menos do que o RJX. Pelo time do Rio, Vissotto e Maurício estavam inspirados, enquanto Léozão apareceu bem no ataque do Volta Redonda e Fidele no bloqueio. Com as duas equipes bem, o set foi decidido no detalhe.No fim, o Voltaço desperdiçou dois contra ataques e o RJX conseguiu fechar em 22 a 20.

O início do segundo set foi desastroso. Depois de pisar no pé de Thiago Alves, Iálisson, que vinha bem na partida, sofreu a grave lesão. No jogo, o RJX logo abriu 7 a 0 e manteve a vantagem entre quatro e seis pontos, com Maurício tomando conta do jogo. Fadul mexeu na equipe, entraram Ricardo, João Ricardo, Maurício e Brunão. Aos poucos o time do interior foi melhorando e diminuiu a vantagem, mas não o suficiente para evitar outra vitória do RJX, dessa vez por 21 a 18.

No que seria o último set da partida, houve algum equilíbrio, mas o RJX foi superior na maior parte do tempo. Dos titulares que começaram a partida, somente Renato continuou no Volta Redonda. Brunão, Mudo, Maurício, João Ricardo e Ricardo completaram a equipe ao lado do líbero Daniel Rossi. O Voltaço ainda fez 10 pontos em erros do adversário, mas que mesmo assim não adiantaram. 21 a 17 e 3 a 0 no placar.

- Jogamos de igual para igual no primeiro set, mas no segundo foi uma pena a lesão do Iálisson, ele estava voltando de outra lesão. Agora começam os confrontos diretos e precisamos começar a vencer - afirmou Alessandro Fadul, técnico do Voltaço.

O time volta a quadra somente no dia 26, contra o Montes Claros Volei, no Ginásio da Ilha São João. Inicialmente, a partida está marcada para as 20h.


Voltaço e RJX se enfrentam pela terceira vez nesta temporada no sábado

- Fadul e Renato: jogador pode ser desfalque contra o RJX -
Em um intervalo de pouco mais de trinta dias, o Voltaço Vôlei vai enfrentar o RJX pela terceira vez. Para fugir do terceiro resultado negativo, a missão é focar nos bons momentos que o tive teve nos dois confrontos anteriores. “A gente sabe das dificuldades, mas pelos outros jogos, a gente sabe da condição que temos de jogar de igual para igual com eles”, acredita Alessandro Fadul, técnico do Voltaço.

As duas maiores forças do estado do Rio no vôlei se enfrentaram recentemente pelo Campeonato Carioca. As duas vitórias do RJX – principalmente na final, que aconteceu no Rio – tiveram momentos de superioridade do Voltaço, mas que não foram suficientes para desbancar a superioridade do time de maior investimento. O novo encontro vai acontecer no sábado (2), às 18h, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, desta vez pela Superliga. “Ainda não conseguimos vencer, mas estamos muito focados para tentar surpreender no próximo jogo”, afirma o treinador do time.

Fadul deve manter o time titular que atuou nas últimas partidas, com: Fidele, Bruno Canuto, Jônatas, Mudo, Renato Hermely, Léozão e o líbero Daniel Rossi. A única dúvida é Renato; o jogador sentiu uma lesão no joelho e pode desfalcar a equipe. Caso isso aconteça, João Ricardo deve ser o substituto.

Adaptação


Há uma semana o Volta Redonda anunciou um reforço internacional: German Recio Cuevas, da República Dominicana. O ponta vem treinando normalmente com o grupo e buscando a adaptação que, segundo Fadul, até vem acontecendo, mas com um detalhe: “ele não fala uma palavra de português, então temos que nos comunicar em espanhol”. O treinador lembra que é um jogador que ainda precisará de experiência com o tipo de vôlei jogado por aqui, mas que acredita que Cuevas conseguirá ajudar o time nesta Superliga.

Voltaço Vôlei traz gringo para melhorar desempenho na Superliga

- Novo reforço posa ao lado do presidente do clube, Rogério Loureiro -
Já faz tempo que o Voltaço Vôlei busca um ponta para reforçar o elenco. Agora, a procura acabou. Foram achar o reforço fora do Brasil; na República Dominicana, mais precisamente. Germán Recio, de 25 anos, passa a ser uma das esperanças da equipe para uma reação na Superliga.

Germán já fez parte da seleção de seu país. Ganhou uma medalha de bronze no Pan-American Cup, de 2009 - competição vencida pelos Estados Unidos (torneio que não conta com a participação do Brasil). Na República Dominicana, Recio também já jogou vôlei de praia profissionalmente.

O novo reforço tem 1,93 m e já chegou a declarar que o maior ídolo no esporte é Giba, que chegou a negociar com o clube de Volta Redonda para disputar a Superliga.

Sesi não dá brechas e Voltaço segue sem vencer na Superliga

O 3 a 1 é um placar que vem acompanhando os passos do Voltaço Vôlei. Em cinco partidas, cinco vezes o mesmo resultado final - e o pior, em todas as vezes, a favor do adversário. O vencedor da vez foi o Sesi-SP, que jogou pela primeira vez em casa nesta Superliga. Com Lucarelli e Sidão inspirados, e nomes como Serginho e Mão, o time paulista aplicou a repetição do placar com parciais de 21 a 18; 19 a 21; 21 a 19 e 21 a 16.

Vencer pelo menos um set contra clubes que muitas vezes não perdem nenhum tem um lado bem positivo: mostra que a equipe pode. Sai de quadra sempre elogiada pelo oponente, mas isso não traz pontos. A próxima oportunidade de consegui-los será contra o algoz da decisão do Campeonato Carioca, o RJX. O confronto vai acontecer no dia 2 de novembro, no ginásio do Tijuca Tênis Clube.

Contra o Sesi, o Voltaço fez um primeiro set razoável. Manteve-se atrás no placar, mas não deixou os donos da casa abrirem larga vantagem. Sem conseguir reagir, perdeu por 21 a 18. Como aconteceu muitas vezes nos jogos da equipe nesta temporada, o segundo set foi bem melhor do que o primeiro. O bloqueio começou a funcionar bem, o time conseguiu abrir vantagem e fechou o set em 21 a 19.

O terceiro set teve início superior dos visitantes. O Volta Redonda chegou a estar vencendo por 9 a 7, mas aos poucos o Sesi tirou a vantagem, virou em 15 a 14 e fechou com 21 a 19. Mais uma vez, como em vários jogos, o time caiu bruscamente de produção no quarto e último set do jogo. O placar refletiu bem a vantagem do Sesi, que venceu por 21 a 16.

Lesão não preocupa e Bruno Canuto está confirmado para enfrentar o Sesi

- Bruno estará em quadra contra o Sesi -
Na derrota para o Vivo Minas, na última quarta (16), pela Superliga, Bruno Canuto, do Volta Redonda, começou a sentir dores logo no primeiro set. Aguentou a partida inteira, mas a todo momento levava uma bolsa de gelo à mão direita. Apesar do susto, o jogador está confirmado para o jogo de amanhã (22), contra o Sesi, em São Paulo. “Não foi nada grave, só uma luxação. Não quebrou nada”, comemorou.

Bruno tem sido um dos maiores destaques da equipe na temporada. Ocupa a nona colocação no ranking de Saque dos atletas da Superliga. Além dele, do Voltaço, somente Léozão aparece em um dos rankings da CBV; está em décimo na lista dos maiores pontuadores do torneio.


Para o duelo contra o Sesi, Bruno garante que vai estar inteiro. “Sabemos que vai ser um jogo muito difícil, mas não impossível”, acredita. A equipe fez os treinamentos de segunda normalmente e viaja somente na terça para tentar superar o Sesi e conquistar a primeira vitória nesta Superliga. O jogo acontece às 19h

Quatro vezes 21 a 17; pior para o Voltaço

- Mais uma: Voltaço não joga bem e sofre e quarta derrota na Superliga -
O placar dos sets da partida de hoje (16) entre Voltaço Vôlei e Vivo Minas, na Ilha São João, se repetiu quatro vezes: 21 a 17. O resultado do quarto jogo da equipe de Volta Redonda também foi repetido. 3 a 1. Quatro vezes 3 a 1 e o time segue sem vencer.

Desta vez, o bom voleibol que apareceu mesmo nas derrotas foi bem raro. O ataque que foi bem nas primeiras três rodadas ficou devendo e o Vivo Minas que estreava na Superliga soube aproveitar.

No primeiro set, a equipe mineira abriu quatro pontos de vantagem logo de cara. A vantagem se alternou entre três e cinco pontos, sem sustos para o Vivo Minas que fechou em um erro raro de saque de Bruno Canuto - que às vezes, mesmo com o time não correspondendo, dá a impressão de que não erra.

O segundo set começou mais parelho, mas logo os visitantes abriram cinco pontos de vantagem em 13 a 8. Quando o Voltaço apertou no fim do set, novos erros de saque desperdiçaram a reação que chegou a diminuir a vantagem para dois pontos apenas. No fim, novo 21 a 17. O segundo set também marcou a volta do levantador Maurício que entrou quase no fim

Os dois primeiros sets comprovavam o que o ponta Ricardo afirmou no final da partida: "hoje no voleibol, com sets de 21 pontos, a equipe que abre quatro, cinco pontos, fica difícil de correr atrás". No terceiro, não foi diferente, mas foi o Volta Redonda que conseguiu passar a responsabilidade para o outro lado. No início o placar já apontava 6 a 2 para os donos da casa. A vantagem foi administrada e o set foi fechado em um ataque do próprio Ricardo, em outro 21 a 17. O detalhe importante do terceiro set foram as mudanças no time. Brunão, Ricardo e João Ricardo entraram bem e mudaram a cara da equipe. "Felizmente a gente teve a felicidade de vir de fora e conseguir fazer uma boa partida, mas mesmo assim a vitória escorregou da nossa mão", lamentou Ricardo.

A vitória escorregou após um bom início de quarto set. Depois dos primeiros pontos bem divididos para as duas equipes, o Vivo Minas voltou a abrir vantagem e não deixou escapar. No fim, o treinador Alessandro Fadul lamentou a queda de rendimento do time e o novo resultado negativo.

- Claro que a gente não fica satisfeito com o resultado e esperava um desempenho diferente. Fizemos um jogo bem abaixo do que a gente tem feito até agora. Mas, é botar a cabeça no lugar e continuar trabalhando para as vitórias começarem a surgir e dar a volta por cima - confia.

O Voltaço jogou com: Fidele, Bruno Canuto, Mudo, Renato Hermely, Jônatas, Léozão e o líbero Daniel Rossi. Entraram: Ricardo, João Ricardo, Maurício, Brunão e  Cristóvão.

Voltaço recebe estreante Vivo Minas pela Superliga

- Treinamento: Voltaço faz ajustes para o confronto de logo mais -
Voltaço Vôlei e Vivo Minas se enfrentam na noite de hoje (16), às 20h, no Ginásio da Ilha São João. As duas equipes buscam a primeira vitória na Superliga. Os motivos são diferentes. Enquanto o Volta Redonda, mesmo com bons momentos nos jogos, perdeu as três partidas que disputou, a equipe mineira ainda nem estreou. O objetivo dos donos da casa é deixar o nervosismo do outro lado da quadra. "Temos conversado bastante para diminuir a ansiedade nesses momentos e estou confiante de que iremos crescer muito durante a competição", afirma Alessandro Fadul, treinador da equipe.

Mesmo com as três derrotas na Superliga, mais as duas da final do Campeonato Carioca contra o RJX, a evolução tem sido notória. Na última partida, a última do estadual, a equipe foi bem superior ao RJX no set que venceu. Em dois dos outros três jogou de igual para igual. A busca agora é pela regularidade. “Estamos melhorando a cada dia e esperamos começar a pontuar a partir desta rodada. Fizemos bons jogos pela Superliga, mas pecamos na hora de decidir os sets”, lamenta Fadul.

Mesmo sem pontuar, o Voltaço ocupa a oitava posição na Superliga, mas se for vencido hoje perde no mínimo uma posição para o próprio Vivo Minas, que tem como um dos destaques o veterano levantador Marcelinho, que serviu à Seleção diversas vezes.

Voltaço Vôlei x Vivo Minas - 20h - Ilha São João

Voltaço: Fidele, Mudo, Jônatas, Bruno Canuto, Renato Hermely, Léozão e Daniel (líbero). Técnico: Alessandro Fadul.

Vivo Minas: Marcelinho, Bjelica, Maurício Borges, Rapha, Henrique, Franco e Lukinha (líbero). Técnico: Horácio Dileo.

Volta Redonda Vôlei anuncia retorno do levantador Maurício

- Maurício posa ao lado do presidente do clube, Rogério Loureiro - 
O levantador Maurício é o novo reforço do Volta Redonda Vôlei. O jogador é velho conhecido da equipe que já defendeu em várias oportunidades nas últimas temporadas. Pelo Voltaço, Maurício já conquistou títulos como o Campeonato Carioca e o troféu dos Jogos Abertos Brasileiros. O levantador também fez parte do elenco que alcançou a vaga para os playoffs da última edição da Superliga.

Maurício é natural de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, tem 29 anos e mede 1,97 m. O jogador estava atuando fora do Brasil. Na carreira, jogou no voleibol de Israel e França, além de ter defendido clubes como o São Caetano e o Vitória no Brasil. Vale lembrar que para a posição de levantador o Volta Redonda conta com Cristóvão e Fidele, que vem sendo o titular nos últimos jogos.

O clube ainda busca pelo menos mais um ponta para reforçar a equipe na disputa da Superliga. Assim como Maurício, a novidade deverá vir de fora do país.

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Novo 3 a 1 mantém o Volta Redonda sem vitórias na Superliga


- Foto: Reprodução Facebook -
O Volta Redonda Vôlei sofreu mais uma derrota na Superliga. Pela terceira vez em três jogos, o mesmo placar: 3 a 1 para o adversário. Desta vez, neste sábado, quem venceu foi o Brasil Kirin, em Campinas. O time campineiro agora tem duas vitórias em dois jogos. Antes, a vítima foi o São Bernardo.

Mais uma vez, o início do Volta Redonda foi bom. Mesmo com a pressão da torcida de Campinas a equipe venceu o primeiro set por 22 a 20. Nos três sets seguintes, vitória do time da casa por pelo menos três pontos de vantagem (21 x 17 / 21 x 18 / 21 x 17).

Para buscar melhores resultados, o técnico Alessandro Fadul agora terá bastante tempo para trabalhar o time. O próximo desafio acontece somente no dia 16 de outubro, contra o Vivo/Minas, no Ginásio da Ilha São João.

Por 3 sets a 1, Volta Redonda é derrotado pelo Cruzeiro


Não deu para segurar. O Volta Redonda bem que tentou. Fez um baita primeiro set, um heroico segundo, mas foi engolido no terceiro e batido sem grandes dificuldades no quarto. O Cruzeiro, que da última vez que veio até a Cidade do Aço saiu derrotado - nos playoffs da última Superliga -, desta vez fez valer a superioridade técnica. 3 sets a 1 e a terceira vitória na competição. Para o Volta Redonda, que ainda não ganhou, resta o consolo de ter sido a primeira equipe a vencer um set dos atuais vice-campeões.

No Ginásio da Ilha São João, a torcida compareceu, fez barulho e os jogadores começaram elétricos. Vibrando muito a cada bola virada, o time foi buscar a vantagem que os mineiros abriram. Com dois bloqueios precisos de Fidele, o placar no primeiro set chegou a ficar 14 a 14. No fim, Cruzeiro na frente com 21 a 18.

Fazer frente no primeiro set deu força para o segundo. Não no começo. O Cruzeiro abriu quatro pontos. Vantagem que foi diminuindo até que em uma jogada emocionante, Bruno Canuto fez ótima defesa mergulhando em quadra e após o time conseguir o ponto, veio o empate em 17 a 17. O Volta Redonda foi superior e quando o placar apontava 20 a 19, o maior rali do jogo aconteceu; mas foi vencido pelo Cruzeiro. Foram necessárias três tentativas para que finalmente a vitória viesse para o Volta Redonda, por 23 a 21.

No início do terceiro set uma longa confusão atrapalhou a partida. Jogadores das duas equipes discutiram em lances de jogo. Sobraram provocações e o juiz resolveu intervir. Isso paralisou a partida durante alguns minutos e talvez tenha acordado de vez o Cruzeiro. O Volta Redonda não viu a cor da bola, passou a errar com frequência nas recepções e não teve chances. Um doído 21 a 11.

O quarto set apresentou alguma melhora. A torcida ameaçou um grito de "eu acredito" que até pode ter motivado os jogadores durante um tempo, mas o Cruzeiro não se intimidou e venceu novamente. Final do quarto set 21 a 15 para o Cruzeiro.

"Faltou um pouco mais. A gente conversou e viu que dava, mas acho que faltou um pouquinho mais de cada um", lamentou Bruno Canuto. O jogador ainda acredita que a equipe precisa aprender a atrás no placar: "faltou um pouco de tranquilidade. Quando a gente fica três, quatro pontos atrás, a gente fica meio perdido dentro de quadra".

O treinador Alessandro Fadul também lamentou a queda brusca de rendimento da equipe: "Hoje a nossa recepção ficou muito abaixo do que pode fazer. A gente sabe que precisa trabalhar mais para evoluir".

Do outro lado, elogios do treinador Marcelo Mendez, que valorizou o adversário da noite: "Sempre que a gente vem a Volta Redonda temos jogos difíceis. É uma equipe que defende muito". Marcelo ainda acredita que, mesmo desacreditado, o time do sul do estado do Rio ainda pode brigar por uma das vagas nos playoffs. "Em sétimo ou oitavo dá", afirmou.

Contra o Cruzeiro, começaram jogando: Fidele, Léozão, Bruno Canuto, Jonatas, Mudo, Renato Hermely e o líbero Daniel. Entraram: João Ricardo, Cristóvão, Ricardo, Iálisson e Brunão.

Volta Redonda endurece o jogo contra o Canoas, mas perde na estreia na Superliga

O início da Superliga não foi como o Volta Redonda Vôlei sonhou, mas mostrou um time aguerrido logo de cara. O Canoas, que assim como o Volta Redonda surpreendeu na última edição do torneio, melhorou o elenco e ainda jogava em casa. A vitória do Canoas veio com alguma dificuldade, principalmente no segundo e no terceiro set - vencido pelo Volta Redonda. No fim do jogo que aconteceu na noite deste sábado, placar de 3 sets a 1.

O começo do Volta Redonda foi bem animador, abriu 4 a 2, mas o Canoas foi mostrando leve superioridade com o passar do primeiro set. Giovanni, ex-Volta Redonda, jogava com disposição além do comum, e Luan, também do time gaúcho, foram os destaques da primeira parte do jogo. O campeão olímpico Gustavo (um dos nomes mais relevantes do imbróglio que quase tirou o Volta Redonda da Superliga) também esteve bem e no fim do primeiro set o Canoas se sobressaiu e fechou em 21 a 16.

O Volta Redonda melhorou na metade do segundo set. Buscou a vantagem que o Canoas abriu e tornou o jogo bem equilibrado. Bruno Canuto começou a crescer no jogo, mas não o suficiente para evitar uma nova vitória do Canoas, dessa vez mais apertada, por 21 a 19.

O terceiro set foi o melhor dos visitantes. Logo no início, o Canoas perdeu Luan, que após marcar o quarto ponto de sua equipe caiu na quadra lesionado e saiu da partida. Fidele e Bruno Canuto comandavam o time e foi das mãos deles que a vitória veio. Um ace de Fidele deixou o Volta Redonda na frente no placar pela primeira vez no set e dois pontos mais tarde um outro ace, agora de Bruno Canuto, fechou o terceiro em 21 a 19 para o Volta Redonda.

Mas o momento crescente não se confirmou no quarto set. Logo no início o treinador Alessandro Fadul foi expulso. Giovanni continuou liderando o Canoas junto com Gustavo e o ponteiro Bruno Temponi seguiu marcando os pontos que o tornaram o maior pontuador do jogo. Assim o Canoas fechou o placar em um novo 21 a 16.

A próxima partida do Volta Redonda será em casa. Outra pedreira: contra o Cruzeiro, no Ginásio da Ilha São João, na quarta-feira.

Levantador Fidele teve diversos bons momentos no jogo