Boa hora para relembrar
Estamos órfãos de UFC hoje. Nada de lutas no maior evento de artes marciais mistas... Hora boa para relembrar, então. E a ideia é mostrar para vocês como esse esporte me conquistou.
Vi muitas lutas boas, mas isso hoje é normal. O que conquista mesmo é o coração, a virada de jogo, a vontade acima de tudo.
A primeira vez que lembro de ter sentido paixão por isso tudo aconteceu no Pride 21. Dom Frye, que eu desconhecia nos meus 14 anos, entrou com cara de bravo, gigante e com um bigode à moda antiga, que exigia respeito. Bem conservador, já gostei do estilo do cara. Do outro lado tinha um japa, era o Takayama.
QUE LUTA!
Do início ao fim parecia que eles lutavam pela vida. Não existe muitas palavras para explicar. Só vendo.
Lembrando de Dom Frye e Takayama, comecei a me recordar de outras batalhas épicas. Separei outras quatro que considero estar entre as melhores que já vi e que já aconteceram!
Outro destaque vai para Minotauro, que em seu auge sempre protagonizou as mais belas lutas. Aqui batalha com o gigante de 171 kg, Bob Sapp.
O brasileiro Diego Brandão luta pelo título do TUF 14 contra Denis Bermudez, luta que ficou marcada na história do reality show. Após Diego sofrer um Knock down, consegue se recuperar.
Em um dos seus bons dias Maurício Shogum trava uma luta de cinco rounds completos contra o veterano Dan Henderson. Essa luta é considerada por muitos a melhor luta da história do UFC.
E quem discorda que a luta acima foi a melhor de todas é porque aponta Forrest Griffin e Stephan Bonnar como os donos do feito. Lutaram na final do TUF 1, quando o UFC começava a se firmar e rumar para onde está, e muito se deve a esses dois.
Agora vocês entendem, né? O negócio é apaixonante mesmo!
Gabriel Pereira

0 comentários:
Postar um comentário